25 de novembro de 2017

XIV-Soneto para espíritos cansados
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Aquele desespero que engole o delírio,
Confuso e dúbio, ignorando qualquer pendência
De culpados inócuos que não alcançam o martírio;
E preferem enervantes, o veneno e a penitência...

Seja o depressivo, o pai ou a criança,
Caído lânguido o peso da dor embalsamada;
E quando a solidão faminta vem comer tua esperança
A tentativa não ajuda, seja perto ou separada...

Mesmo exposto iriante a um círio, a dor
Na treva, no embate, aniquila qualquer lembrança
Que (improvável) ofusque a morte enamorada...

Ao ver e aceitar o vilipêndio e o terror,
Que forçosamente invade e domina a confiança;
Sutilmente; a alma do coração fica ensanguentada!


Gabriel G. 

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