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    Suicídio: um perigo real!

    É preciso deixar os pré-conceitos de lado e falar sobre o suicídio! Responsável por uma morte a cada 40 segundos, segundo estimativas da Organização Mundial da Saúde (OMS), o suicídio, palavra oriunda do latim ‘suicidium’ e cujo significado é ‘matar a si mesmo’, vitimou mais de 800 mil pessoas no ano de 2012.
     A discussão acerca desse tema tem ganhado espaço devido à divulgação do crescente número de casos registrados, e envolvendo, também, famosos. Cita-se aqui Chester Bennington, vocalista da banda Linkin Park, que chocou fãs de todas as partes do mundo ao tirar sua vida em julho deste ano, deixando um recém lançado álbum repleto de mensagens que outrora não faziam sentido, mas que, agora, são um claro pedido de ajuda e, ao mesmo tempo, justificativa e despedida.
    Abordado, ainda, em séries como “13 reasons why”, da Netflix, narrando a história de uma garota de 17 anos que tirou sua vida após gravar 13 fitas justificando seus motivos para tal ato, que não se deu antes de a personagem principal tentar, de diversas formas, procurar ajuda, a temática dividiu opiniões devido à apresentação explícita do ato, surge, então, a pergunta: o que leva uma pessoa à decisão de tirar a própria vida?
    Na maior parte das vezes, o suicídio é cometido na tentativa de pôr fim à dor e não, necessariamente, à vida. É, em grande parte, a última saída para alguém que tentou, de muitas formas e inúmeras vezes, pedir ajuda, mas pode ter ouvido em muitas dessas tentativas coisas como ‘deixe de frescura! ’ ou ‘há quem tenha sofrimentos maiores que os seus’.
    Ao leitor deste texto, indago: você conhece alguém que se suicidou? Se a resposta for afirmativa, imagino que você, de alguma forma, se sinta responsável. Se foi uma pessoa próxima, acredito que seja inevitável pensar no que você poderia ter feito para evitar o suicídio ou, ainda, como você pode ter deixado passar despercebidos tantos sinais e pedidos de socorro. A você, digo apenas que algumas peças desse quebra-cabeça só se encaixam e fazem sentido quando já não se pode mais evitar o ato; geralmente, esse ‘choque de realidade’ acontece apenas após a morte do indivíduo. Tenha em mente que a culpa não foi, diretamente, sua.
    Atrevo-me a mais uma indagação: você já pensou em tirar a própria vida? Se a resposta foi positiva, saiba que você não foi está sozinho. Independentemente de quais tenham sido suas razões para cogitar tal ato, lembre-se que toda noite dará, uma hora, lugar ao dia. Se você pensa que não faz a diferença na vida dos que te rodeiam, te digo que você faz, sim, diferença! Quando suas forças desanimarem, tome um tempo, respire, mas não desista. Sua vida é importante; quem você é faz a diferença para alguém, mesmo que você não saiba quem é esse alguém. Você é amado e necessário! E nessa batalha, por mais que pareça, você não está sozinho! Não hesite em procurar ajuda, em falar sobre o que você sente. Para isso, procure profissionais da saúde capacitados para ajudar ou, então, entre em contato o Centro de Valorização da Vida (CVV) por meio do número 141. Para maiores informações, acesse a página: https://www.cvv.org.br/.


     Michelly Pellá


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