• Quem somos


    Criadoras do Projeto

    Ana Carla Quallio


    “Meu nome é Ana Carla Quallio Rosa, nasci no dia 28 de junho de 2002, na cidade de Assis Chateaubriand; sou canceriana. Estudo no Instituto Federal do Paraná (IFPR), no campus de Assis Chateaubriand (PR). Confesso que é meio complicado escrever um texto me descrevendo, talvez porque eu não conheça todos os meus lados, nem mesmo os mais obscuros. Quando eu era menor, eu realmente odiava a ler, a leitura não combinava comigo, eu só gostava mesmo de alguns mangás. Esse meu pensamento mudou completamente desde que eu conheci a saga “Os Instrumentos Mortais” de Cassandra Clare; alguns dizem que talvez não gostamos de ler porque não achamos o livro certo, isso aconteceu comigo.
    Conheci essa saga através do filme e achei muito interessante; eu sempre tive uma fascinação pelo sobrenatural, então pedi aos meus pais que comprassem os seis livros, comecei a ler e simplesmente adorei a sensação.
    Sempre tive os meus universos paralelos, onde sou uma pessoa completamente diferente, até mesmo mais forte emocionalmente; consigo viajar a Marte, Júpiter e Saturno em questão de segundos; com a leitura, consigo imaginar os personagens e até mesmo ser eles. Isso é uma característica minha.
    Eu conheço a Nathália faz muito tempo, somos amigas desde o segundo ano do Ensino Fundamental, ela se mudou para Cianorte (PR) e voltou para Assis em 2016, foi aí que nossa amizade se intensificou. Considero ela minha Parabatai, um laço mais forte do que tudo. Ela me ajudou no momento em que eu mais precisava, no momento em que ninguém percebia como eu realmente estava me sentindo; sou eternamente grata por isso.
    Depois de começar a ler, apresentei para ela a saga, então ela começou a ler também. Ler tornou-se a nossa paixão. A ideia de escrever um livro surgiu aleatoriamente em uma aula de português, depois veio a ideia da Editora. Nós queríamos ajudar os outros com seus trabalhos e também publicar os nossos próprios trabalhos.
    Começamos a discutir sobre o livro, muitas ideias vieram, misturamos a realidade com o sobrenatural, tudo isso envolvido ao passado. O passado explica o futuro, a nossa realidade.
    Tudo isso ainda é muito pouco para me descrever, sou muito profunda, tudo é muito intenso; mas isso é o suficiente para conhecerem uma pequena porcentagem minha. ”

    Basta ser sincero e desejar profundo, você será capaz de sacudir o mundo — Raul Seixas.

    Nathália Jorge 


    “Meu nome é Nathália dos Santos Jorge, nasci no dia 03 de junho de 2002, na cidade de Assis Chateaubriand (PR), sou geminiana. Estudo no Instituto Federal do Paraná (IFPR), no campus de Assis Chateaubriand (PR). Adoro escrever, mas confesso que escrever sobre mim mesma é um tanto…complicado; talvez porque não conheça todos os meus lados, talvez porque sou aquela garota que conhece todos, mas poucos me conhecem; enfim…vamos tentar. Sempre gostei de ler. Quando tinha quatro anos de idade, comecei a frequentar a escola e meus pais compravam vários livros para treinar a minha leitura. O sobrenatural sempre me fascinou, mas sempre soube que a vida não é como nos contos de fadas: “E viveram felizes para sempre”.
    Aos dez anos de idade, me mudei para Cianorte (PR), uma cidade bem longe de Assis. No começo foi difícil, eu era muito antissocial e não conseguia fazer amizades. Com o tempo fui mudando, sendo mais comunicativa e aceitando que nem todos eram como eu; sempre pensei demais e corri atrás do que queria, então esperava que os outros também fossem assim. Agora sei que cada um tem seu valor e seu papel na sociedade; no mundo em que vivemos, todos nós somos especiais do jeito que somos. Não podemos mudar por ninguém, apenas por nós mesmos.
    Em 2016, voltei para Assis Chateaubriand. Naquele momento, eu era uma pessoa completamente diferente da que saiu aos dez anos de idade, uma pessoa comunicativa, curiosa, compreensiva e sonhadora; bem…esses são os pontos bons. No colégio onde fui estudar, reencontrei minha melhor amiga, Ana Carla; desde então nossa amizade só se fortaleceu e virou algo muito mais forte, agora somos Parabatai.
    Nos apaixonamos por uma série de livros chamada “Os Instrumentos Mortais” de Cassandra Clare. A ideia de escrever um livro surgiu de repente em uma aula de português. Depois disso, veio a ideia da Editora, o nosso objetivo sempre foi e sempre será ajudar a nossa futura geração a divulgar seus trabalhos, como livros, textos, desenhos, músicas, etc.
    Isso ainda é muito pouco para me descrever. Sou uma mistura boa do bem e do mal atuando juntos; não piso em ninguém, mas não tente me fazer de boba. Sou a mocinha, mas também sei ser a vilã. Posso dizer que tenho a inteligência de um vilão, mas a alma de um herói.

    Para alguns somos a sombra, para outros a luz. Às vezes como um vilão, outras como um herói. O mundo está nas mãos daqueles que tem a coragem de sonhar e de correr o risco de viver seus sonhos — Paulo Coelho.

    Coordenador

    Celina Gomes


    Professora mestre em Língua Portuguesa do Instituto Federal do Paraná — Campus Assis Chateaubriand.




    Vice-coordenador 

    Olavo José Luiz Jr.


    Professor formado em Gestão Educacional e Tecnologia em processamento de dados do Instituto Federal do Paraná — Campus  Assis Chateaubriand.




    O começo de tudo

    A ideia de montar um site é recente, mas a de abrir uma editora e ajudar as pessoas a publicarem seus trabalhos surgiu faz um certo tempo.
    Por mais inusitado que pareça, tudo começou em uma aula de português. Estávamos eu e minha Parabatai, Ana Carla, discutindo sobre o tema escrever, tínhamos que fazer uma crônica de um tema livre. Decidimos então escrever sobre o preconceito — um tema que merece muita atenção de todos.
    A ideia até fluiu, mas faltava um pouco mais de…drama. Ficamos uns cinco minutos olhando para o papel, e então começamos a conversar sobre algo que tinha acontecido conosco e com alguns garotos a aproximadamente um mês; esse fato, com certeza, marcou nossas vidas, principalmente a vida de Ana.
    Conversando e rindo de algumas partes da história (algumas partes eram realmente engraçadas), decidimos cancelar o texto “preconceito” e fazer outro falando o que aconteceu conosco (seria um texto longo e épico).
    Mas espera…por que não fazer um livro? Esse texto poderia ter dois destinos: ficaria cortado, sem os acontecimentos bem relatados; ou ficaria muito longo, com a história totalmente detalhada, e viraria sim, um livro.
    Ficamos com a segunda opção. Decidimos, primeiramente, fazer um livro dramático e triste. Porém, e as partes legais? E as partes onde sonhamos com um mundo perfeito? Nós não poderíamos deixar isso para atrás!
    Por fim, veio a ideia definitiva. Fizemos então um livro de ficção, com vampiros, fadas, caçadores de bruxas e muito mais. Vocês podem se perguntar: “E o que aconteceu? Os garotos, vocês…tudo”; nós colocamos eles na história e nós duas também! Porém, mudamos os fatos radicalmente, mudamos praticamente tudo.
    Logo depois surgiu a ideia da nossa editora. Queríamos um lugar para publicar o nosso livro, os nossos textos, um lugar para outras pessoas publicarem seus trabalhos. Foi assim que a Editora surgiu.
    Repare o quanto o mundo é cruel, como nós seres humanos somos egoístas e só pensamos em nós mesmos, e se pudéssemos dar oportunidades a outras pessoas? E se pudéssemos contribuir para a mudança da nossa realidade tornando o mundo um pouco mais humilde? Essa é Editora Morgenstern. É isso que nós queremos.
    Se um professor publicar aqui alguma explicação de sua matéria, imagine a quantidade de pessoas que irão ter acesso a este conteúdo, a quantidade de conhecimento trocado por causa de uma explicação. Nós estamos na era da tecnologia, olhe em volta, a maioria da população possui no mínimo uma rede social. Há pessoas que não tem condições para ir à escola, mas tem acesso à internet.
    Foi pensando nisso que a editora deixou de ser apenas uma ideia, ela passou a ser um objetivo. Para nós, ajudar as pessoas é o objetivo.
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