• Insanidade

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    Doses de rebeldia
    Alimento da alma que vagueia
    Suor quente da agressividade
    Palmas insolentes ao Deus da festividade.

    Tons neutros se misturam na aquarela
    Enquanto dançam ao som do oceano
    Águas ferozes invadem todas as camadas
    Existentes nas violações do querer profano.

    Anjos cintilantes consomem drinks loucos
    Brilham na escuridão! Iguais chamas incandescentes
    Desdenham do sabor: Ornamentam pouco 
    Acrescentando em nada no ambiente.


    Se essa missa decorativa expressar tudo
    Ímpetos do afago amadurecerão sadios
    Os frutos poderão ser provados inteiros
    Mordiscados nas ânsias dos súditos festeiros.

    Depois de beijar o chão diversas vezes
    Debatem-se no piso sem controle de ação
    Abrilhantam de noite o sonho dos fregueses
    Em epitáfio escrevem os fazeres de plutão.

    Afagará, afogará, adormecerá 
    Doutrinas normais no pestanejar 
    A cruz e a luz a aurora apagará
    Fomentando a dor ao desabar.

    Embrulhará, acobertará, sumirá
    Dosagens nas notas de cada refrão
    Salgadas como as lágrimas de cada pessoa
    Lacrimosas no despejar das mágoas 
    Quando a luz, por fim, ofuscará.

    Hivton Almeida


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