• A chuva lá fora...


    E todas as noites chuvosas
    Só refletiam a escuridão,
    A tempestade de relâmpagos
    Era só um simples detalhe dela.

    Quando estava triste,
    A noite era chuvosa...
    Rajadas de vento a cercavam,
    A menina sorria o dia todo
    Mas, no final, despedaçava.

    O céu estava escuro
    E tudo isso se tratava dos sentimentos dela,
    Mas ninguém enxergava
    A tristeza que pairava.

    Lágrimas foram descendo,
    Assim como a chuva lá fora
    E uma tristeza profunda
    Invadiu a menina...

    Ela sente por muitos,
    Ela sente por todos
    E toda a tristeza do mundo
    Está nela.

    Olhe para ela,
    Filha da lua,
    Fruto da água.

    É compaixão,
    Pura força,
    Profundidade,
    Esperança e sonhos...

    É o encanto da lua,
    E a fura do mar...
    É uma chuva calma
    Com relâmpagos e furacões,
    É toda a intensidade de guardar
    O universo inteiro dentro de si.

    Ela é poesia,
    Mas ninguém consegue entender,
    Uma poesia confusa
    Sobre todo o sentimentalismo do mundo
    Que está dentro dela.

    É uma explosão de sentimentos,
    O inalterável âmago,
    A intensidade em si...
    Uma galáxia confusa,
    O seu sorriso encantador
    Lembra as pérolas em um mar profundo,
    Mas ele nunca diz a verdade
    Mostrando-nos todo a dor dentro de si.

    A menina é emotiva,
    Sufoca-se de tanto sentimentos,
    Mas ninguém consegue entender
    O sentimentalismo dela.

    Ana Carla Quallio
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